sábado, 24 de agosto de 2019

Chá de Assa Peixe


 A assa-peixe é uma planta medicinal muito eficaz no tratamento de problemas respiratórios, como gripe e bronquite, por exemplo, pois é capaz de aliviar alguns sintomas, como dor nas costas, dor no peito e tosse.
Essa planta, cientificamente conhecida como Vernonia polysphaera, é frequentemente encontrada em terrenos baldios e pastagens, sendo muitas vezes considerada erva-daninha, e multiplica-se rapidamente em solos pouco férteis. A assa-peixe é rica em sais minerais e possui propriedades expectorantes, homeostáticas e diuréticas. 
Assa-Peixe: o que é e como usar
Assa-Peixe: o que é e como usar

Para que serve

A planta assa-peixe possui propriedades balsâmicas, expectorantes, fortificantes, hemostáticas e diuréticas, podendo ser usada principalmente para tratar problemas respiratórios gerais. Assim, a assa-peixe pode ser utilizada para:
  • Auxiliar no tratamento de gripe, pneumonia, bronquite e tosse;
  • Aliviar e tratar as hemorroidas;
  • Auxiliar no tratamento de cálculo renal;
  • Tratar alterações no útero.
Além disso, essa planta pode ser utilizada para diminuir o inchaço causado pela retenção de líquidos devido a sua propriedade diurética.

Modo de uso

As partes utilizadas da assa peixe são as folhas e a raiz, podendo ser feito chá, infusão ou até mesmo banho de assento, no caso das afecções do útero, por exemplo.

Chá de assa-peixe

O chá de assa-peixe é muito utilizado para auxiliar no tratamento da gripe e aliviar a tosse. Para fazer o chá é necessário adicionar 15g de folhas em 1 litro de água fervente e beber pelo menos 3 vezes ao dia. No caso da sua utilização para gripe e bronquite, por exemplo, pode-se adoçar o chá com um pouco de mel. Conheça os benefícios do mel.

Efeitos colaterais e contraindicações

Até o momento não foram descritos efeitos colaterais relacionados ao consumo de assa-peixe, no entanto seu consumo deve ser orientado pelo fitoterapeuta. Além disso, o chá de assa-peixe é contra-indicado para mulheres grávidas ou em fase de lactação.


Erva Natural Assa Peixe

A Assa Peixe é um tipo de arbusto comum em cerrados que pode chegar até três metros de altura. Essa planta é também conhecida como cambará branco, chamarrita, mata pasto e enxuga.
O chá de Assa Peixe é conhecido principalmente por sua eficácia no tratamento de gripe, bronquite, asma, tosse, entre outros problemas pulmonares, e também, no tratamento de cálculos renais e dores musculares.
Contém propriedades que incluem ação balsâmica, expectorante (ajuda a eliminar o catarro acumulado das vias respiratórias), fortificante e diurética. Para tratamento de dores musculares, usar o chá como compressa diretamente sobre a pele onde está doendo.
Atenção: o Assa-Peixe não pode ser consumido por mulheres grávidas ou durante o aleitamento materno.
Sugestão de uso: para preparo do chá, coloque a erva em um recipiente e derrame água fervente por cima. Tampe bem e deixe em repouso por 3 minutos, coe e sirva em seguida. Esta embalagem prepara 2 a 3 litros de chá ou se preferir use a proporção de 1 colher de chá de erva para 1 xícara de água de 200ml.
Ingredientes: folhas de Assa-Peixe.

sexta-feira, 23 de agosto de 2019

Limão bravo está indicado nos seguintes casos:
  • Suplemento vitamínico auxiliar do sistema imunológico e como antioxidante;
  • Suplemento vitamínico na convalescença;
  • Para a suplementação de vitamina C na gestação e aleitamento;
  • Para a suplementação de vitamina C na cicatrização.
  • Suplemento vitamínico em dietas restritas e inadequadas.
  • Ação do Limão Bravo

    Características farmacológicas

    O ácido ascórbico é uma vitamina hidrossolúvel essencial ao metabolismo celular, pois participa dos processos de oxidorredução.
    A vitamina C não é produzida pelo organismo e deve ser ingerida de forma regular para manter reserva adequada.
    A vitamina C após ingerida é distribuída em todos os tecidos do organismo, onde serve como substrato para as diversas atividades metabólicas. Atua no sistema imunológico, aumentando a atividade das células de defesa, protegendo o organismo contra infecções virais e bacterianas. Participa também da síntese de colágeno, e na manutenção da integridade do tecido conjuntivo, das cartilagens, matriz óssea, dentina, pele e tendões.
    A vitamina C também tem atividade nos processos cicatriciais. O ácido ascórbico é importante para a prevenção da anemia ferropriva, uma vez que acelera a absorção intestinal de íons de ferro, influenciando sua distribuição no organismo.
    A vitamina C também tem ação antioxidante, eliminando os radicais livres, nutrindo e protegendo as células dos efeitos causados pelos oxidantes.
    Os fumantes podem ter suas concentrações séricas de ácido ascórbico diminuídas, o que requer a sua suplementação.
    A deficiência de vitamina C, pode ocorrer devido à alimentação deficiente, distúrbios de absorção, doenças infecciosas ou ao estresse. A carência de vitamina C manifesta-se por cansaço, resistência diminuída a infecções, sangramentos mucosos e cutâneos, retardo no tempo de cicatrização de feridas gengivais, perda de dentes, anemia e alterações cutâneas (hiperceratose, obstrução dos folículos pilosos).
    Após a ingestão, a absorção do ácido ascórbico ocorre na parte superior do intestino delgado sendo necessária a presença de sódio para a sua absorção.
    Calcula-se que as reservas corporais de ácido ascórbico estejam em torno de 3 g, sendo sua eliminação totalmente através da urina, quando sem excesso no organismo.

Alcachofra 5ch :

A alcachofra é uma planta medicinal, também conhecida como Alcachofra-hortense ou Alcachofra comum, muito utilizada para emagrecer ou para complementar tratamentos, já que é capaz de baixar o colesterol, combater a anemia, regular os níveis de açúcar no sangue e combater os gases, por exemplo.
O seu nome científico é Cynara scolymus e pode ser comprada em lojas de produtos naturais, farmácias de manipulação, feiras livres e alguns mercados.
Para que serve a Alcachofra

Para que serve a alcachofra

A alcachofra possui propriedades anti-esclerótica, depurativa do sangue, digestiva, diurética, laxante, anti-reumática, anti-tóxica, hipotensora e anti-térmica. Por isso, essa planta medicinal pode ser utilizada para auxiliar no tratamento de anemia, aterosclerose, diabetes, doenças do coração, febre, fígado, fraqueza, gota, hemorroidas, hemofilia, pneumonia, reumatismo, sífilis, tosse, ureia, urticária e problemas urinários.


Digitalis purpurea 
Digitalis purpurea Ana Tereza Miranda Potiguara Vasconcelos,médica. INTRODUÇÃO Digitalis purpurea ou dedaleira deve seu nome a forma e a cores das flores. Também conhecida por, foxglove (luva de rapousa), dead man’s thimbles (dedais do morto), albeloura, digital, digitalina, erva-abiloura, erva-dedal, dedal vermelho, luva da virgem, campainhas [1-2] (figuras 1-2). É uma planta herbácea bienal ou bianual, ou seja, demora 24 meses a completar o seu ciclo biológico, crescendo no primeiro ano e florescendo e dando sementes no segundo. É da família das escrofulariacea (figura 3), é uma planta de aspecto felpudo na sua totalidade, de caule cilíndrico e oco que pode ir dos 1,70 aos 2,50 metros de altura. As suas folhas lanceoladas e basais podem alcançar os 40 centímetros de longitude, tem um odor desagradável e um sabor amargo. As suas flores campaniformes assemelham-se a dedais de cores púrpuras intensas, dispõem-se formando uma haste de flores pendentes, atingindo até os 5 centímetros de largura, estando em grupo. Durante o primeiro ano de crescimento, o seu aspeto é de um plantel em forma de roseta de folhas verdosas, basais, ovais e dentadas. Durante o segundo ano gera-se a floração, durante a qual um grande caule coroado por flores emerge de entre as folhas verdosas terrestres [2]. O Foxglove é uma flor favorita das abelhas, e é inteiramente desenvolvido pelas visitas deste inseto. Por essa razão, seus picos altos e imponentes de flores estão no seu melhor naqueles dias ensolarados, quando as abelhas estão mais presentes. O lábio inferior projetado da corola forma uma plataforma de desembarque para a abelha. Ela, indo de flor em flor até o pico, esfrega o pólen e, assim, a flor é fertilizada e as sementes são capazes de serem produzidas. A vida de cada flor, a partir do momento em que o botão abre até o tempo que escorrega da sua corola, é cerca de seis dias. A flor também é muito visitada por outros insetos menores, que podem ser vistos refugiando-se do frio e da umidade em suas flores caídas, porém nenhum animal caminha em cima da planta, possivelmente reconhecendo seu caráter venenoso. Um número incrível de sementes é produzido, uma única planta Foxglove proporciona de 1 a 2.000.000 de sementes para assegurar a sua propagação [2]. Originária do norte da Europa e parte do noroeste de África e Ásia central, pode ser também encontrada, devido à sua introdução desde o continente europeu até em países sul-americanos, como Argentina ou Chile [3] . Esta 2 espécie prospera em solos ácidos em uma variedade de habitat, incluindo florestas abertas, clareiras da floresta, em charnecas, penhascos para o mar, terrenos baldios, cercas e encostas rochosas das montanhas. É comum em locais perturbados ou em terreno queimado [4], precisando de pouco solo [5]. É uma planta fácil de cultivar, ornamental, de valor medicinal e muito apreciado [3]. . Figura 01 – Digitalis purpurea. Disponível em: < http://commons.wikimedia.org/wiki/File:245_Digitalis_purpurea_L.jpg >. Acesso em: 07 de novembro 2014. 3 Figura 02 – Digitalis purpurea. Disponível em: < http://www.plantillustration.com/portfolio68-Foxglove-Digitalispurpurea.html>. Acesso em: 07 de novembro 2014 NOME CIENTÍFICO Digitalis purpurea NOME POPULAR Dedaleira, digital ,digitalina, fox glove, etc FAMÍLIA Plantaginaceae CATEGORIA Flores anuais,medicinal CLIMA Mediterrâneo, subtropical, temperado ORIGEM Europa LUMINOSIDADE Meia sombra,sol pleno CICLO DE VIDA Bienal Tabela 01: Características da Digitalis purpúrea. Disponível em: . Acesso em: 08 de novembro 2014. 4 Figura 03 - Digitalis purpurea. Disponível em: < http://mundoverde.forum-livre.com/t251-plantas> Acesso em: 08 de novembro 2014 LENDAS DA DIGITALIS PURPUREA Durante a idade media e até ao século XVII na Europa, era considerada como um amuleto para proteção contra maus espíritos e bruxarias e era habitual colocar alguns ramos no lintel das portas e janelas das casas, sobretudo na noite do solstício de verão, no são João. Existem numerosas lendas que lhe atribuem diversas propriedades mágicas. No Reino Unido é conhecida como foxglove (luva da raposa), pois a sua lenda diz que as fadas más as punham nas patas destes animais para que pudessem entrar nos galinheiros dos campestres sem fazer barulho. Na Irlanda é conhecida como dead man’s thimbles (dedal do morto), pelas suas propriedades tóxicas. Na península Ibérica a dedaleira é associada ao mundo das fadas, provavelmente porque a curiosa forma das suas flores é conhecida como chapéu dos duendes ou das fadas. Existe a crença de que essas criaturas habitam onde cresce a dedaleira e que dançam no meio delas nas noites de lua cheia. Na Galiza associa-se principalmente às meigas e à noite de são João, onde 5 existe a lenda “Onde crescem as dedaleiras crê-se que é onde dançam as meigas nas noites de lua cheia”. A tradição popular diz que trazer um saquinho de veludo vermelho cheio de pó de dedaleira não só protegerá dos maus espíritos, como também despertará o seu atrativo sexual e o tornará mais sedutor [6]. TOXICOLOGIA Toda a planta é tóxica [7]. Muitos dos seus nomes comuns pertencem à sua natureza tóxica (luva das Bruxas, dedais do homem Morto, dedos sangrentos). Ela contém vários glicosídeos cardíacos, digoxina e digitoxina, conhecidos coletivamente como digitálicos [8]. Os glicosídeos cardíacos são produtos químicos que ocorrem naturalmente em certas plantas e pode ser fatal se ingerido em grandes quantidades. Eles têm sido utilizados desde 1500 AC., quando guerreiros adicionavam os extratos da planta que contêm glicosídeos cardíacos nas suas flechas para alvos de veneno [9]. Os sintomas da intoxicação pela ingestão ou contato com a digitalis purpúrea é semelhante à intoxicação pelos digitálicos [14]. Para sublinhar o poder mortal que os digitálicos podem exercer, entre 1993 e 1995, quatro homens previamente saudáveis, incluindo um de vinte e três e outro de vinte e seis anos de idade, morreram depois de tomar um afrodisíaco que deixou quantidades anormalmente elevadas de digoxina [8]. MOLÉCULA DA DIGOXINA E DIGITOXINA A digitoxina difere da digoxina apenas pela ausência de um grupo hidroxila na posição C12, o que resulta num composto menos hidrofílico. A digitoxina possui uma meia-vida maior do que a digoxina [10]. Figura 04 – Digoxina e digitoxina [10]. 6 INTOXICAÇÃO DIGITÁLICA Podemos agrupar os sintomas e sinais de intoxicação digitálica em quatro áreas: digestiva, neurológica, visual e cardíaca [13].  Digestiva: dor, queimação, sialorréia, náuseas, vômitos, anorexia, cólicas abdominais e diarréia.  Neurológica: cefaleias, desorientação, delírio, coma, tremores, convulsões, entorpecimento dos braços.  Visual: alteração da percepção das cores, halo verde-amarelado à volta das imagens e das luzes, fotofobia, visão esfumada, visão de corpos escuros, diplopia e midríase.  Cardíaca: arritmias, bradicardia, hipotensão [14]. É clássico dizer-se que todo o tipo de arritmias pode ocorrer na intoxicação digitálica. Na intoxicação digitálica aguda os sintomas e os sinais electrocardiográficos podem ser bastante exuberantes, mas na intoxicação crônica podem ocorrer de forma insidiosa e mais atenuada. [13] USO NA MEDICINA O Foxglove foi utilizado pelos antigos herbalistas para várias finalidades na medicina, a maioria deles totalmente sem referência a essas propriedades valiosas que a tornam útil como um remédio nas mãos de médicos modernos. As primeiras descrições conhecidas foram nos meados do século XVI por Fuchs e Tragus em seus herbários. De acordo com um velho manuscrito, os médicos galeses do século XIII parecem ter feito uso frequente da digitalis na preparação de medicamentos externos. Ela foi introduzida na farmacopeia de Londres em 1650, apesar de não entrar em uso frequente até um século mais tarde, com o médico Dr. William Withering, em seu Acount do Foxglove, 1785. Gerard recomendava para aqueles "que caíram de lugares altos", e Parkinson falava muito da erva para machucado ou de seu suco expresso para inchaços , quando aplicados externamente sob a forma de uma pomada, e as folhas machucadas para a limpeza de feridas antigas e úlceras. Dodoens (1554) prescrevia cozido em vinho como um expectorante, e parece ter sido seu uso frequente nos casos em que os praticantes dos dias de hoje consideraria altamente perigoso [2]. 7 Para problemas cardíacos a Digitalis purpurea tem sido usada desde sua descoberta, creditada ao médico William Withering em 1775. Um de seus pacientes chegou com um problema muito grave de coração e já que Withering não tinha nenhum tratamento efetivo para aplicar, pensou que ele morreria. O paciente foi até uma cigana, tomou uma preparação contendo diversas ervas e rapidamente recuperou-se. Quando Withering ficou sabendo do fato, ficou muito empolgado e procurou pela cigana. Depois de muita conversa, conseguiu que a cigana contasse o segredo de sua formulação. Após muitos esforços, Withering chegou ao ingrediente ativo da formulação,que era a dedaleira Digitalis purpurea. Withering tentou diferentes formulações com extrato da digitalis em 163 pacientes e descobriu que se usasse as folhas secas e moídas, conseguiria resultados mais satisfatórios. Ele introduziu o uso oficial da planta em 1785, após a publicação da obra "An Account of the Foxglove and some of its Medical Uses", que continha relatos sobre os ensaios clínicos e notas sobre os efeitos e a toxidez da digitalis. Devido ao fato de as dedaleiras apresentarem variação na dose terapêutica de acordo com a região de coleta e estação do ano, era muito fácil ultrapassar a dosagem segura. Logo, Withering recomendava sua diluição e administração em pequenas doses por repetidas vezes até que o efeito terapêutico se tornasse evidente. Esse procedimento era muito eficiente se administrado por pessoas experientes, mas também era muito demorado [10]. Naquela época, Withering observou que os digitálicos não atuariam diretamente no coração, mas, em consequência do seu efeito diurético, o órgão-alvo deveria ser o rim. A atuação dos digitálicos sobre o coração foi sugeria em 1799, por John Ferrier, sendo comprovada apenas em 1910, por Wenckebach [11]. Na medicina os digitálicos constituem um grupo de fármacos usados no tratamento de doenças do coração, arritmias e insuficiência cardiacas [12]. A dose terapeutica é muito proxima da dose tóxica [8]. Os digitálicos inibem a bomba de sódio (ou Na+/K+ ATPase), que existe nas membranas das células, nomeadamente nos miócitos cardíacos. Apesar dessa proteína existir em todas as células, nas concentrações usadas terapêuticamente, só as células musculares e os neurónios são afectados significativamente. A maior quantidade de ion sódio intracelular e menor concentração de ion potássio, alteram a excitabilidade de neurónios no cérebro e dos miócitos do coração. Os efeitos são prolongamento ligeiro do potencial de ação e plateau, redução do ritmo cardíaco, devido à activação dos nucleos do sistema parassimpático do nervo vago no cérebro e força de contracção ventricular aumentada. Os digitálicos também alteram a 8 excitabilidade de vários núcleos neuronais e do sistema nervoso intestinal, a que se deve os seus efeitos secundários: naúseas, vômitos, diarréia, confusão mental, alterações visuais e alucinações. Doses elevadas de digitálicos causam também arritmias por fibrilação ventricular. Os digitálicos mais conhecidos são a digoxina, a digitoxina, a ouabaína e a metildigoxina [12]. Digitalis é um excelente antídoto para o envenenamento com o acônito, dada como uma injeção hipodérmica. [2] O CULTIVO DA DIGITALIS PURPUREA A fim de proporcionar uma droga de atividade uniforme de um verdadeiro tipo de Digitalis purpurea, é necessário ter as verdadeiras sementes medicinais para abastecer o mercado de drogas. As culturas devem ser obtidas a partir de sementes selvagens cuidadosamente selecionadas e todas suas variações, inutilizadas. A planta irá prosperar melhor em solo solto e bem drenado, preferencialmente de origem siliciosa, e com uma leve sombra. Atualmente só as folhas são usadas para a extração da droga, embora anteriormente as sementes também fossem utilizadas [2]. A PLANTA E OS SINTOMAS HOMEOPÁTICOS SOB UMA NOVA RELEITURA O paciente apresentará os mesmos sinais e sintomas cardíacos, neurológicos, digestivos e visuais, como se tivesse sob o efeito da toxina da planta. São eles: Cardíacos ICC, com taquicardia, bradicardia, hipotensão, desmaios, fadiga e choque cardiogênico [14]. Neurológico Cefaléias, desorientação, delírio, coma, tremores, convulsões, entorpecimento dos braços [14]. Digestivo Dor, queimação, sialorréia, náuseas, vômitos, anorexia, cólicas abdominais, diarréia [14]. Visão Alteração da percepção das cores, halo verde-amarelado em volta das imagens e das luzes, fotofobia, visão esfumaçada, visão de corpos escuros, diplopia e midríase [14]. 9 Outros sintomas apresentados pelo paciente são semelhantes ao gestual da planta, ou seja, como ela se apresenta em relação ao meio em que vive. Alguns exemplos: PACIENTE PLANTA Cefaléia, com sensação de peso [15]. Suas flores formam cachos na parte superior da planta, que é de cor púrpura, assemelhando-se a uma cabeça congesta, pendente com o peso, o que lembra uma pessoa com cefaleia e com uma postura encurvada. Cabeça pende para trás [15]. O cacho de flores da Digitalis purpurea se localiza na parte superior da planta e pendendo para um dos lados. O paciente digitalis também tem uma cabeça que pende para trás como se a musculatura fosse incapaz de segurar a cabeça, assemelhando-se ao caule da planta. Esse tem característica delgada e longa, sendo incapaz de segurar o peso do cacho de flores. Assobio nos ouvido [15]. As flores da digitalis tem um formato que lembra o canal auditivo e também uma campânula. O paciente digitalis tem assobio nos ouvidos. Fraqueza no braço. Fraqueza geral , como se todas as partes do corpo estivessem exaustas [15]. O caule da planta tem uma estrutura delgada, frágil, comprida, podendo chegar a 2,5 metros e é oco por dentro. Tendo que sustentar o peso dos cachos de flores, se encurva. É como se a planta se fatigasse fácil pela estrutura delgada do caule. Essa fraqueza também é justificada pela toxina da planta. Sintomas cardíacos [15]. Toda a planta lembra o aparelho circulatório: suas folhas são bastante vascularizadas e a estrutura interior das flores visto em um corte longitudinal assemelha-se às câmeras cardíacas. Tais fatores e a própria ação da toxina 10 demonstram o porquê de tantos sintomas cardíacos nos pacientes digitálicos. Desperta como se caísse de uma altura. À noite desperta frequentemente num susto, como se ele caisse de uma altura dentro d’agua [15]. Os cachos de flores localizam-se na parte superior da planta, as flores são voltadas para baixo, o caule fino é bastante alto. A impressão que se tem é que as flores estão olhando o tempo todo para baixo como se estivessem com medo e fossem cair a qualquer momento daquela altura. Além da própria altura da planta, ela também cresce em encostas de penhascos próximos a rios, lagos e mares, justificando o medo de cair de uma altura dentro d’água. Escoriações, boca, esôfago, estômago [15]. As flores da digitális têm um formato que lembra o tubo digestivo e são marcadas por manchas escuras e brancas como se fossem úlceras ou aftas. O paciente apresenta escoriações na boca, esôfago e estômago. O contato da toxina com a mucosa também leva a escoriações. Corpos escuros pairam diante de seus olhos como moscas. Sensação de poeira nos olhos [15]. As sementes da digitális são muito pequenas e estouram e se dissipam como poeira. O paciente homeopático tem sensação de poeira nos olhos. As manchas escuras nas flores também lembram objetos escuros, ou moscas. Ansiedade como se tivesse feito algo ruim [15]. A digitális é uma planta que atrai pela beleza. As abelhas adoram-na apesar de ser uma planta tóxica, repelindo outros animais pelo seu odor desagradável. É daí que se origina o sentimento de culpa no paciente, que acredita ter feito algo ruim. Seria como uma dor na consciência, eu atraio, porém cuidado comigo, ”eu curo, mas mato”. Medo da morte [15]. As flores da digitális perecem rapidamente quando retiradas da planta. A presença da toxina também justifica esse sintoma. Humor rabugento, repulsivo e melancólico [15]. Todo o gestual da planta é de quem prefere estar isolado. As folhas lanceoladas, a toxina presente na planta e o odor desagradável demonstram essa vontade de isolamento. Seu 11 caule oco demonstra a incapacidade de oferecer afeto, pois é vazio por dentro. Apesar disso, a planta é bela e tem pêlos em toda sua extensão para aumentar a área de contato com o meio (procurando afeto), mas por ser incapaz de oferecer algo, gera-se um descompasso, resultando em um humor repulsivo e melancólico. A cor de suas flores é púrpura evocando, também, a melancolia. POLARIDADES DA DIGITALIS PURPUREA A polaridade dos sintomas lembra-nos que não devemos fixar apenas nos sintomas mais característicos da matéria médica. Portanto o paciente digitalis também poderá apresentar-se em polaridade menos frequente e característica da planta. MATÉRIA MÉDICA PURA DE HAHNEMANN POLARIDADES PARÁGRAFO PÁGINA 45 548 Pupilas contraídas Pupilas dilatadas 95 550 Coleção de saliva com gosto doce Coleção de saliva com gosto salgado 190 553 Diarréia Constipação 215 554 Diurese Retenção de urina 360 560 Sono profundo Sono leve 385-390 561 Pulso lento Pulso rápido 405 561 Sensação de frio Sensação de calor 415 562 Desejo de trabalhar indisposto Tabela 01: POLARIDADES [15]. 12 INTERCONEXÕES ENTRE OS SINTOMAS HOMEOPÁTICOS E A SUBSTÂNCIA SINTOMA HOMEOPÁTICO A DIGITALIS PURPÚREA O paciente apresenta desmaios, com bradicardia, suores frios e aspecto de morto [17]. A toxina da digitális tem uma ação cardiovascular importante, causa bradicardia com diminuição da oxigenação do sistema nervoso central e periférico, provocando desmaios, sudorese e aspecto de morto. O paciente tem medo de morrer e sufocar-se a noite [16-17]. A toxina tem ação rápida e provoca sintomas pulmonares pela congestão,como tosse e sufocação. O paciente tem um humor rabugento, repulsivo e melancólico [17]. A toxina repele os animais. Além disso, a planta tem um caule oco. Aquele que é vazio por dentro não tem nada a oferecer, ou seja, existe uma dificuldade de oferecer afeto. Ansiedade com sentimento de culpa [17]. A toxina da planta é capaz de matar ou curar, daí o sentimento de culpa. TEMA: DESCOMPASSO - SOLIDÃO O descompasso e a solidão resumem a essência desse medicamento homeopático. Essas características são observadas desde o gestual da planta, até os seus sintomas físicos e mentais no paciente digitálico. Fazendo uma análise do ponto de vista mais profundo e emocional, observamos o descompasso dessa planta nos seguintes aspectos. No seu crescimento, em um ano ela cresce e apenas no segundo floresce. No aspecto físico, é felpuda em sua totalidade e os pêlos demonstram a necessidade de um maior contato com o meio em que vive, ou seja, a planta busca 13 ”afeto”. Além disso, seu caule é oco por dentro, demonstrando que ela não tem nada a oferecer. Ela tem uma beleza que chama atenção e atrai as abelhas, mas, ao mesmo tempo, tem uma postura agressiva. Tal postura é observada no formato denteado e lanceolado das suas folhas, no odor desagradável e na presença da toxina, deixando claro que ela prefere ficar sozinha, reflexiva, melancólica, triste e com sentimento de culpa por querer algo que não pode oferecer. A própria cor purpúrea das suas flores e o aspecto das mesmas, que são voltadas para baixo, também evoca reflexão, melancolia e tristeza. No paciente, tal descompasso também é observado. Ele busca afeto, porém é incapaz de oferecê-lo, prefere viver na solidão e na melancolia, com o seu humor rabugento e repulsivo. Outro descompasso é a bradicardia e a taquicardia que os pacientes digitálicos podem apresentar, lembrando a ação da toxina no organismo. O seu tema é bem traduzido pela música do cantor 

Benefícios e propriedades do chá de baicurú









domingo, 27 de janeiro de 2019

Dica rápida santo remédio naturaL

Amigos como é importante cuidar da família de maneira natural, usando própolis, chás , soro fisiológico, temperos como acafrão, alho, louro, orégano.
Quer saber mais dá um comentário que conversamos mais. Abraço!

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

AURUM METALLICUM- HOMEPATIA

 AURUM METALLICUM Aurum é um deprimido. Tem medo da morte, mas deseja-a. Há nele uma marcada tendência ao suicídio. Está desgostoso com a vida que é um pesado fardo, falta-lhe a alegria de viver, por isso, pensa constantemente em terminar com o sofrimento psicológico que o atormenta. A vida entristece-o, desgasta-o, entedia-o. Tudo parece envolvido por pesada nuvem negra. Desconfiado, medroso e preocupado. Inquieto. Hipocondríaco. Humor que melhora depois do pequeno almoço. Preocupa-se com tudo. Irrita-se facilmente e não suporta a menor contradição, que o encoleriza. Desconfiado, sente-se odioso, detestável, quezilento. É pouco sociável. Por vezes encoleriza-se tanto, que quer matar toda a gente, que se quer suicidar. Desastrado, apressado, tem a sensação de que não executa as suas tarefas com a rapidez necessária. Deseja estar sempre activo, tanto física quanto mentalmente. É um hipersensível com acuidade de todos os sentidos: à dor, aos gostos, aos odores, à audição, ao toque. Contradição e alternâncias: canta e chora, ri e fica triste com desgosto pela vida. Padecimentos que surgem após um amor não correspondido, a um desgosto, com intenso desejo da morte. Dores ósseas, intensas, profundas e perfurantes, que agravam à noite. Sensibilidade ao toque com dores que irradiam ao maxilar superior. Dores de cabeça que pioram à noite, pelo menor esforço mental. Cáries dos ossos cranianos e palatinos. Queda de cabelo, em especial na sífilis. Pupilas desiguais. O doente só vê a metade inferior dos objectos, ficando a metade superior oculta por um corpo negro. Otite com supuração crónica fétida. Mau hálito: odor fétido, principalmente das raparigas na puberdade. 1 2 Palpitações muito fortes, visíveis nas carótidas e temporais. Pulso fraco, rápido, irregular. O coração parece parar, para depois recomeçar os batimentos de forma tumultuosa. Urina turva. Orquite crónica, em especial do lado direito. Problemas uterinos e das regras que são acompanhados de depressão profunda, agravando durante aquelas. Dores ósseas nos membros que agravam à noite e pelo toque. Pés inchados. AGRAVAÇÃO: pelo ar frio; ao se resfriar; no Inverno; do pôr ao nascer do Sol; estando tranquilo; pelo esforço mental; estando deitado. MELHORA: pelo ar quente; no calor; no Verão; de manhã. Para um aprofundamento do estudo do medicamento, ver 

JURUBEBA HOMEOPATIA

As folhas e flores são aperientes, anti-inflamatórios, cicatrizantes, colagogos, depurativos do sangue, descongestionantes, digestivos, diuréticos, emenagogos, estimulantes, hepatoprotetores, laxantes e tônicos. Já as raízes e frutos são antianêmicos, antidiabéticos, antidispépticos, anti-hidrópicos, aperientes, colagogos, diuréticos e tônicos. Em detrimento das muitas atividades farmacológicas da jurubeba pela Farmacopeia Brasileira, a planta é citada oficialmente para o tratamento de anemia, desordens digestivas e problemas no fígado.
As propriedades terapêuticas da jurubeba devem-se aos esteroides, saponinas, glicosídeos e alcaloides presentes nas raízes, caule, folhas e frutos. Os alcaloides são encontrados em maior abundância nas raízes; já os glicosídeos, nas folhas. A jurubeba apresenta resinas com atividades colagoga e cardiotônicas. Alguns componentes da fração das resinas, a jurubina e jurubepina, são os princípios ativos responsáveis pela ação cardiotônica. Seus alcaloides, especialmente a solanina, apresentam, em baixas doses através da via oral, ação analgésica e anti–pruriginosa. Esta ação é mediada através do bloqueio dos impulsos dolorosos no sistema nervoso.
As formas de consumo da jurubeba são muito variadas: infusão das folhas, frutos e flores em água; suco com as raízes e frutos; suco com as folhas para uso local ou interno; decocção da raiz; maceração de folhas em água fria ou vinho branco; dentre outras utilizações. A infusão do seu caule e da sua raiz em álcool de cana, vulgo cachaça, é muito utilizada como digestivo. Popularmente, o chá de jurubeba é bastante utilizado para aliviar sintomas de ressaca.

Contraindicações e efeitos colaterais da jurubeba

Apesar da gama de indicações clínicas devido a seus compostos, estes também possuem efeito tóxico se ingeridos em excesso, de modo que não se recomenda a ingestão frequente de preparações à base de jurubeba. São os sintomas de toxidade: diarreias, náuseas, sintomas neurológicos e vômitos.

História e curiosidades

A origem do nome vem do adjetivo latino paniculatum (paniculado), pelo tipo de inflorescência. A planta é nativa das regiões Norte e Nordeste do Brasil. A Solanum paniculatum é uma pequena árvore de porte arbustivo, cujo caule pode atingir até 2 metros de altura. Possui folhas alternas, pecioladas, sinuadas e sublobadas com flores pequenas, azuladas ou violáceas. Seu fruto é uma baga globosa e glabra.


A espécie Solanum paniculatum faz parte da Relação Nacional de Plantas Medicinais de Interesse ao SUS (RENISUS), constituída de espécies vegetais com potencial de avançar nas etapas da cadeia produtiva e de gerar produtos de interesse do Ministério da Saúde do Brasil.

OPIUM HOMEOPATIA

Origem
A dormideira sonífera, da família das papaveráceas, é utilizada há mais de 5.000 anos pelas suas virtudes medicinais.
De facto, apesar da sua reputação exagerada de fármaco-dependência, a morfina, primeiro alcaloide, conhecido extraído da dormideira continua a ser muito utilizada em numerosas áreas da medicina não só pelo seu papel hipnótico (que induz o sono), como também pelas suas propriedades antitússicas, anti-hipertensivas, vasodilatadoras, antidiarreicas.
Composição
É uma planta cuja toxicidade está ligada aos numerosos alcaloides que contém, principalmente a morfina, a codeína a narcotina, a papaverina e a noscapina, por entre os mais conhecidos.
Estes últimos estão contidos num látex branco recolhido apôs excisão do fruto desta planta (a cápsula); a seguir, este último é seco e escurecido ao sol. É a partir deste látex que a tintura-mãe homeopática é fabricada.
As indicações deste medicamento são da área puramente médica; são antes de mas destinadas a informar sobre o interesse da homeopatia em complemento da terapêutica alopata nas afeções graves.
Indicações
Insónias
  • A seguir a emoções.
  • Por hipersensibilidade ao barulho.
Prisão de ventre
  • Sem qualquer vontade de ir à casa de banho, e sem qualquer incómodo.
  • As fezes são pequenas, duras e escuras.
Ajuda a restabelecer o trânsito intestinal normal a seguir a uma intervenção cirúrgica
Em complemento das terapêuticas clássicas
Utilizamos Opium em:
  • Comas profundas.
  • Hipertensões arteriais graves nas quais o risco de acidente vascular cerebral (com hemiplegia) é real.
  • Oclusões abdominais ou impossibilidades de urinar que podem aparecer a seguir a uma intervenção cirúrgica.
  • Epilepsias, convulsões.
  • Alcoólicos e drogados.
Opium convém se
As modalidades forem:
  • Uma agravação com o calor.
  • Melhoras com o ar fresco.

Clematis, o floral para os sonhadores e sem interesse pela vida


Clematis
Clematis
floral Clematis foi colocado pelo dr. Bach no grupo da  “falta de interesse pelas circunstancias presentes”.
Característica da planta:
Clematis [Clematis vitalba] é uma trepadeira que se instala no alto de outras plantas ou algumas árvores. Sua cor é mais para um tipo “opaco”. Ela cresce prejetando-se para cima, onde vaga por sobre as árvores.
Como a planta pode ajudar o ser humano:
Dr. Edward Bach foi muito feliz em descobrir esta planta, sua essência floral é muito vendida no Brasil e no mundo, através de uma descrição sua, ele concluiu:
a) Para quem possui pouco desejo ou interesse de viver;
b) Pessoas muito sonhadoras;
c) Ficam felizes por deixarem-na sozinhas;
d) Tem pouca ambição para sobreviver;
Descrição do dr. Bach:
“Para aqueles que são sonhadores, que vivem nas nuvens, parecendo não estarem completamente despertos e que não se interessam muito pela vida. São pessoas tranquilas, que não são realmente felizes com as circunstâncias em que se encontram, que vivem mais no futuro do que no presente, alimentando esperanças de tempos melhores, quando ideais poderão ser realizados. Quando doentes, algumas fazem pouco ou nenhum esforço para melhorar e, em certos casos, podem até desejar a morte, na esperança de tempos melhores ou de encontrar um ente querido que tenham perdido.”  [1] Dr. Edward Bach
Veja a descrição original (em inglês) de Edward Bach:
“Those who are dreamy, drowsy, not fully awake, no great interest in life. Quiet people, not really happy in their present circumstances, living more in the future than in the present; living in hopes of happier times when their ideals may come true. In illness some make little or no effort to get well, and in certain cases may even look forward to death, in the hope of better times; or maybe, meeting again some beloved one whom they have lost.” Dr. Edward Bach
Observação importante: conforme comentado pelo dr. Bach e também por tantos pesquisadores, os florais de Bach e os outros, tratam as pessoas, e não determinados sintomas específicos. A apresentação acima, apresenta uma ideia do floral. Em casos mais complexos ou dificuldade na escolha de seu floral, é muito conveniente marcar uma consulta de terapia floral, para elucidar com mais qualidade as emoções que a pessoa apresenta e fazer um tratamento terapêutico.
Rescue Remedy:
O floral Clematis também foi uma das essências florais escolhidas por Edward Bach para criar a “fórmula do resgate”, ou também chamado de “Rescue” ou “Rescue Remedy
Para ver os demais florais de Bach, clique aqui.
Referências bibliográficas:
1.  A Terapia Floral, escritos selecionados de Edward Bach; Sua filosofia, pesquisas, remédios, vida e obra; Pág. 151; 8º Edição; Ed. Ground; 1991.
Tags: Clematis, Clematis floral, floral Clematis, floral de Bach Clematis