Origem
A dormideira sonífera, da família das papaveráceas, é utilizada há mais de 5.000 anos pelas suas virtudes medicinais.
De facto, apesar da sua reputação exagerada de fármaco-dependência, a morfina, primeiro alcaloide, conhecido extraído da dormideira continua a ser muito utilizada em numerosas áreas da medicina não só pelo seu papel hipnótico (que induz o sono), como também pelas suas propriedades antitússicas, anti-hipertensivas, vasodilatadoras, antidiarreicas.
Composição
É uma planta cuja toxicidade está ligada aos numerosos alcaloides que contém, principalmente a morfina, a codeína a narcotina, a papaverina e a noscapina, por entre os mais conhecidos.
Estes últimos estão contidos num látex branco recolhido apôs excisão do fruto desta planta (a cápsula); a seguir, este último é seco e escurecido ao sol. É a partir deste látex que a tintura-mãe homeopática é fabricada.
As indicações deste medicamento são da área puramente médica; são antes de mas destinadas a informar sobre o interesse da homeopatia em complemento da terapêutica alopata nas afeções graves.
Indicações
Insónias
- A seguir a emoções.
- Por hipersensibilidade ao barulho.
Prisão de ventre
- Sem qualquer vontade de ir à casa de banho, e sem qualquer incómodo.
- As fezes são pequenas, duras e escuras.
Ajuda a restabelecer o trânsito intestinal normal a seguir a uma intervenção cirúrgica
Em complemento das terapêuticas clássicas
Utilizamos Opium em:
- Comas profundas.
- Hipertensões arteriais graves nas quais o risco de acidente vascular cerebral (com hemiplegia) é real.
- Oclusões abdominais ou impossibilidades de urinar que podem aparecer a seguir a uma intervenção cirúrgica.
- Epilepsias, convulsões.
- Alcoólicos e drogados.
Opium convém se
As modalidades forem:
- Uma agravação com o calor.
- Melhoras com o ar fresco.
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